segunda-feira, 11 de março de 2013

O JOGO DA MEIA-NOITE

 jogo da meia noite é um velho ritual pagão usado principalmente como punição para aqueles que quebraram as regras da religião pagã em questão. Enquanto é usada principalmente para amedrontar, afim de não ocorrer desobediência aos deuses, ainda assim há uma grande chance de morte para aqueles que jogam o jogo da meia noite, e uma chance ainda maior de seqüelas mentais. É altamente recomendado que você NÃO jogue o jogo da meia noite.
Mas, para aqueles poucos que procuram por um rush de adrenalina ou aqueles que gostam de lidar com rituais obscuros, aqui estão as instruções sobre como jogar. Faça-o por sua conta e risco.

É necessário que seja exatamente meia noite quando você começar a fazer o ritual, senão não funcionará. Precisa de uma vela, uma porta de madeira, no mínimo uma gota do seu próprio sangue, um pedaço de papel, fósforos ou isqueiro e sal. Se você vai jogar com múltiplas pessoas, eles todos precisarão de seus próprios materais e farão os passos citados abaixo separadamente.

Passo um: escreva seu nome completo num pedaço de papel e ponha pelo menos uma gota do seu sangue no papel.

Passo dois: Desligue todas as luzes da casa. Vá a sua porta da frente, a qual precisa ser de madeira, e ponha o papel com seu nome na frente dela. Agora pegue a vela e acenda. Ponha a vela em cima do papel com seu nome.

Passo três: Bata na sua porta 22 vezes (a hora precisa ser meia noite à última batida), então abra a porta, apague a vela e feche a porta. Você acabou de permitir que o homem da meia noite entre em sua casa.

Passo quatro: Acenda sua vela imediatamente!

Aqui é onde o jogo começa. Agora, você precisa andar pela sua casa, completamente escura , com a vela acesa em suas mãos. Seu objetivo é evitar o homem da meia noite a todo custo até exatamente 3:33 da manhã. Se sua vela se apagar, quer dizer que o homem da meia noite está perto. Você precisa reacender a sua vela nos próximos 10 segundos. Se você não obtiver sucesso, deve fazer um círculo de sal em volta de si mesmo. Se você falhar nisso também, o homem da meia noite vai induzir alucinações do seu maior medo que durarão até 3:33 da manhã. Se você conseguir fazer o círculo, deve ficar dentro dele até 3:33 da manhã. Você deve ficar até as 3:33 da manhã sem ser atacado pelo homem da meia noite ou ser preso no círculo de sal para ganhar o jogo da meia noite. O homem da meia noite irá embora às 3:33 da manhã e você estará seguro para seguir com o seu dia.

Indicações que você está perto do homem da meia noite incluem uma queda súbita da temperatura; ver uma figura humanóide, totalmente preta, na escuridão; e sussuros baixos vindo de fonte indiscernível. Se você sentir qualquer um desses, é recomendando que você saia da área para evitar o homem da meia noite.
Ficar em um ponto pelo jogo todo só vai resultar no homem da meia noite achando você, é altamente recomendando que você continue se movendo durante todo o jogo.

NÃO ligue nenhuma luz durante o jogo da meia noite
NÃO use lanterna durante o jogo da meia noite
NÃO durma durante o jogo da meia noite
NÃO use o sangue de outra pessoa no seu nome
Não use isqueiro ao invés de vela, não irá funcionar.

E definitivamente NÃO tente provocar o homem da meia noite de qualquer jeito.
É isso.
Divirtam-se!

Relato anonimo

Um parente meu estava na escola jogando o jogo do copo , quando o jogo estava acabando e a sala estava vazia , uma menina do grupo começou a se sentir mal , e ai do nada um espirito trocou de lugar com a alma da garota .
O espirito começou a falar um monte de coisas , ameaçando as pessoas do grupo.
Quando a mulher da limpeza percebeu o que estava acontecendo , era tarde de mais ! O espirito ja estava tomando a menina , a mulher gritou e chamou outra mulher da limpeza . Essa mulher da limpeza , fez uma oraça o para espantar o demonio ...
A alma da menina voltou para o corpo , e ninguem nunca mais tocou nesse assunto ate agora...

Você consegue escutá-los?

A situação mais terrível que passei em minha vida, foi há 9 anos. Eu admito, era apenas um menino estúpido da 2ª série, não sabia quanto sofrimento e coisas terríveis existiam nesse mundo.
Mas esta história não é sobre mim. É sobre uma menina que conheci em minha escola. Nós a chamávamos de “Jill”. Eu não a conhecia muito bem, era muito quieta – quase nunca falava em sala de aula, roía muito as unhas e sempre tinha cabelo cobrindo seu rosto.

Ela parecia estar sempre enojada ou com uma expressão indiferente. Mas, talvez, o mais estranho dela eram seus olhos. Eram de um azul pálido e eram fundos, sempre tinham um olhar muito triste ou frio, como se ela estivesse sonâmbula ou como se tivesse acabado de chorar. As coisas começaram a ficar tenebrosas com a chegada de novembro. As férias estavam quase chegando, assim, a maioria dos estudantes (incluindo eu), estávamos contando os dias para sair. Eu estava na aula de história, lendo um capítulo lá de 1800, quando um ruído me distraiu. Parecia que alguém estava gemendo, mas era um som muito leve.

Olhei para trás da minha carteira e vi Jill, que estava dormindo. Seu nariz estava ressoando e parecia que ela apertava a boca com força. Tratei de ser uma boa pessoa e a sacudi de leve, para que acordasse antes que o professor a visse. Foi quando ela acordou de forma muito estranha, com os olhos se abrindo repentinamente e com uma respiração pesada. Perguntei se ela havia tido um pesadelo, e como resposta, ela apenas balançou a cabeça negativamente e voltou a ler o livro que estava lendo antes de cair no sono. Pensei que era algo esquisito, mas foi depois de algumas horas que as coisas ficaram esquisitas de verdade. Tive apenas poucas horas de aula com Jill, então não a vi até horas depois. Minha professora de ciências me enviou à secretaria para tirar cópias de uma folha de trabalho, pois tinha esquecido de tirar no dia anterior. Quando estava a caminho, tudo parecia fora de lugar. As pessoas que eu precisava encontrar não estavam e a enfermaria estava completamente fechada.

A curiosidade me fez caminhar até a porta da enfermaria, e coloquei a orelha na porta. Isso foi o que pude escutar:

“Por que ninguém além de mim pode ouvi-los?”

“Escute, ninguém está lhe dizendo nada, você precisa dormir.”

“Não! Se eu fechar os olhos, eles vão me encontrar!”

“Por favor, pare de gritar, não faça escândalo.”

Essa curta conversa foi seguida gritos e prantos. Tirei a orelha da porta e dei alguns passos para trás. A única coisa que pensei foi: “Que diabos está acontecendo ali?”. Logo depois, a maçaneta da porta começou a girar, como se estivesse fechada e alguém quisesse sair com desespero. Após alguns segundos, Jill saiu da sala.

Seu rosto estava sombrio e seus olhos estavam vermelhos, como se estivesse chorando, que é o que provavelmente estava acontecendo. Correu em direção a mim, fazendo com que nos batêssemos e caíssemos no chão. “Me ajude...” ela disse. Parecia que ela queria gritar, mas sua voz era fraca.

“Por favor me ajude... Você pode escutá-los?” me perguntou. Mas, por mais que eu quisesse responder, estava muito assustado. Seus olhos não pareciam tristes ou sonolentos, mas eu via neles o limite da loucura.
Eu não consegui dizer nada, então ela levantou e correu para longe da secretaria, em direção ao refeitório. A essa hora, estava vazio. Ela caiu de joelhos no chão segurando a cabeça e gritando... Apenas gritando. Me aproximei para tentar ajudar, mas num movimento rápido ela pegou uma caneta que eu levava na mão e a enterrou no próprio ouvido, e depois no outro. Ela começou a sangrar, e largou a caneta no chão. Ficou quieta por alguns minutos, apenas respirando. Então, virou a cabeça lentamente em minha direção, lançou um olhar de desespero para mim e sussurrou “Eu ainda os escuto...”

Depois desse dia, nunca mais vi a Jill. Boatos dizem que ela foi para um manicômio, que cometeu suicídio e coisas afins. Eu nunca saberei qual foi o destino que ela tomou, mas se há algo que jamais sairá da minha memória, são aqueles olhos azuis, pálidos e fundos, olhando para mim. Seus olhos estavam envoltos na loucura, e seus ouvidos, mesmo com os tímpanos rompidos, ainda podiam ouvir as vozes que a torturavam.
EU POSSO SER mais soratera do que O slender man ,mais perigosa do q a samara, mais sonhadora do que o Freddy e mais brincalhona do que o SAW os meus jogos sao sujos .... mas sujos de sangue ..... Carolina

A Carta

Eram oito horas da manhã quando Thiago recebeu aquele envelope por debaixo da porta do seu quarto. Gritou:

-Mãe, Foi Você que colocou essa carta aqui?

- Não, querido, Porquê?

Com um certo ar de curiosidade, sentou na sua cama e começou a ler com atenção:

“Querido Thiago…

Como expressar em palavras a emoção que senti quando te olhei a primeira vez. Acho que foi amor à primeira vista. Você lembra quando nós trocamos à primeira palavra, o primeiro beijo, nosso primeiro aniversário de namoro. O amor que me consumiu por completo, que cegou que levou ao céu e ao inferno. Infelizmente com o tempo você foi se tornando agressivo, gritava comigo por qualquer coisa, não me levava mais para passear nos parques.

Lembro-me com tristeza da primeira vez que fizemos amor, pra mim era um momento tão mágico, carinhoso, mas para você foi como se estivesse descontando a raiva em alguém. Não foi como eu tinha imaginado, mas, mesmo você me maltratando do jeito que fez eu não consegui tirar esse amor que sempre esteve dentro de mim. Uma lágrima escorre em meu rosto agora. Essa lágrima me fez lembrar do dia em que você me matou. Pediu para que fôssemos até aquele cemitério, que eu morria de medo de ir, mas você insistiu. Cheguei lá antes do horário marcado e disse ao zelador que precisa visitar um ente querido, ele deixou, mas fez um sermão daqueles. Fiquei naquele cruzeiro te esperando por muito tempo até que você chegou, abri um sorriso de felicidade, mas você pegou no meu braço com violência e me arrastou para aquele túmulo, lembra? Você me deu um tapa no rosto e arrancou a minha roupa, me violentou. Lembro-me que você mordeu um dos meus mamilos com tanta força que quase arrancou de meu corpo. As marcas das mordidas que você me deu por todo corpo ficaram por muito tempo. Você puxava meu cabelo até que saíssem punhados na sua mão. Quando você terminou de me violentar em cima daquele túmulo, acendeu um cigarro e como eu não tinha forças pra levantar você foi me queimando nas solas dos pés. Eu chorava muito, mas não tinha forças para reagir. Depois disso você tirou um canivete do seu bolso e perfurou o meu corpo até me deixar sem vida .Minha alma não sentia mais dor,já estava fora do meu corpo no segundo golpe que você me deu no peito. Vi quando você enfiou o canivete na minha garganta e foi rasgando a minha pele.

Como eu fiquei triste em me ver daquele jeito, eu gritava,chorava, pedia para voce parar mas você não me escutava, eu clamava para me deixar viver,mas como? Eu já estava morta. E assim você saiu e me deixou ali até que o zelador me achasse e tomasse as devidas providências.Caminhando pelo cemitério,encontrei um homem com uma grande capa preta e chapéu vermelho de abas largas que dizia ser o diabo e que se eu quisesse ele poderia dar o troco por mim, mas exigiria algo em troca. Eu estava com muito ódio pelo que você tinha feito então dei a minha alma a ele. Ele disse pra eu aguardar que você ia ter o que merecia…

Então, hoje dei um jeito de te avisar de que muito em breve estaremos juntos novamente.Tenho certeza de que você me pedirá perdão,e eu já te perdoei amor. Thiago,eu te amo nunca se esqueça disso,e espero que você me perdoe também,pois só fiz o que meu coração mandou e afinal você merece.

Até breve, Camila.”

- Quem pode ter feito uma brincadeira imbecil dessas? Será que o foi o zelador? – pensou ele furioso, afinal ninguém sabia daquilo,era um segredo só seu. De repente ele escutou um barulho de vidro sendo quebrado e a sua mãe reclamando.

- Que foi mãe?

- Eu derrubei aquele vaso de vidro indiano que seu avo me deu,droga,tem cacos pra todos os lados.Só sobrou a base. Acho que dá pra colar.

Thiago jogou a carta em cima da cama e abriu a porta do quarto,caminhou por cima do tapete olhando para o andar de baixo onde sua mãe recolhia os cacos do vaso.Sentiu que ao chegar na ponta da escada o tapete se ergueu. Ele olhou pra trás e pode ver o próprio Capeta segurando na ponta do tapete, dando uma piscadinha e puxando o tapete fazendo Thiago cair e rolar escada abaixo. Thiago rolou escada abaixo e quando chegou no ultimo degrau caiu em cima da base do vaso de vidro indiano que estava cheio de pontas fazendo ficar cravado em seu peito.

Nada mais se escutava, somente gritos e lamentos de uma mãe que suplicava para seu filho voltar não sabendo o passado horrível que ele tinha deixado pra trás.

A zona do silêncio

Existe uma certa região do México onde coisas estranhas acontecem há muitos anos, tanto que o local tornou-se alvos de estudos, que descobriam ainda mais anomalias no local, tornando-o um grande mistério sem resposta.

Os fatos estranhos começaram a ocorrer em 1930, quando um avião cruzava o local e seu rádio parou de funcionar, assim como todos os outros instrumentos, fazendo ele voar as cegas. Anos mais tarde, enquanto o exercito americano testava um míssil, que deveria cair no estado do Novo México, algo muito estranho aconteceu, pois ele simplesmente mudou o rumo e acabou impactando na zona do silêncio, como se um força maior o tivesse puxado.

Esses fatos despertaram a curiosidade de pesquisadores, que foram ao local e acabaram

descobrindo que celulares, TV’s, ou qualquer sinal de satélite simplesmente não funciona lá. Ou seja, se você estiver na zona do silêncio, estará absolutamente isolado do mundo, sem poder se contatar com ninguém.

Descobriu-se também que até mesmo as plantas e animais locais são diferentes do habitual, criando uma aura de mistério ainda maior sobre o lugar todo. Inclusive ele está na mesma linha do misterioso Triângulo das Bermudas, como você pode ver na imagem:

Estudos mais a fundo da região também revelaram que antigamente um povo viveu lá e que eles pareciam ter um conhecimento muito grande do espaço, inclusive com algumas conclusões muito semelhantes as dos Maias.

Além disso, suas lendas dizem que seus Deuses vieram dos céus o que faz sentindo, pois o local é conhecido por ter avistamentos de OVNIS com muita frequência. Ou quem sabe essas naves de outro planeta possam até ser a explicação para todas essas anomalias.
Eu sou a criatura que está com você à noite, quando você deita a cabeça no travesseiro, aquele que ouve atentamente a sua respiração lenta e sabe exatamente o número ímpar de batidas que se encaixam no seu coração, o coração que eu posso parar com apenas um movimento.

O Lado Negro da Internet

A internet, assim como praticamente tudo nesse mundo, guarda seus mistérios. E muitos deles estão escondidos no “Lado Negro” (Deep Web), onde poucos têm acesso e muitos sequer ouviram falar. Normalmente quando entramos na internet, utilizamos buscadores como o Google, que faz uma pesquisa e nos dá um resultado baseado no que escrevemos. Muitas pessoas acham que ele mostra “tudo” que há para ser visto, porém existem muitas coisas que nunca aparecerem nas páginas de busca normais. Esse lado obscuro da internet surgiu nos anos 90, quando na verdade era maior do que a internet regular. Hoje em dia o tamanho dessa rede escondida é um mistério, sobre o qual vários discordam. Mas como é possível existir uma rede "invisível" dentro da internet sem que saibamos? Esses sites escondidos utilizam-se de técnicas que impedem de serem mostrados nos buscadores, além disso, eles não usam formatos comuns dos quais estamos acostumados (como HTML), tornando seu acesso mais complicado para quem não conhece o assunto. E para que serve um site escondido? Exatamente por ser “camuflado” e de difícil acesso, ele guarda e mostra informações que poucos devem conhecer, dizem que assassinos de aluguel podem ser encontrados nesse lado negro, grupos de hackers, canibais, enfim todo tipo de criminosos e coisas que podem te levar para cadeia. Claro que algumas pessoas se utilizam dela apenas para não serem incomodados. Fica a dica: Não tentem entrar no “Lado Negro”, pois a probabilidade de seu PC ser infectado é muito alta e ainda existem boatos de que diversas policias do mundo monitoram o lado obscuro…

A coisa no espelho 2

Fique Muito Interessada na história '' A COISA NO ESPELHO '' e pesquisei melhor o que é CLAMABO. Para entender melhor primeiro Leia a História abaixo '' A Coisa No Espelho ''. Olhe só:
Clamabo é um lugar de tormento cheio de horrores. Tão horrível que as próprias criaturas do espelho querem sair de lá, mas para isso precisam de um corpo e estão esperando o momento certo em que trocarão de lugar com a pessoa que imitam.
AI LANÇO UM DESAFIO A VOCES!!
** Vá a qualquer espelho e coloce sua mão contra o vidro. Não se preocupe, nada vai pegar você. Espere. As vezes é preciso meio dia, as vezes é preciso um segundo. Mas você irá arrancar sua mão quando sentir.
Minhocas ou centopéias, quem sabe? Todos pressionando e apertando como se não houvesse mais espaço, contorcendo contra sua pele. Quando você tirar a mão, o vidro é o mesmo e você ficara ileso.
Mas agora você já sabe o que está lá.
** comece a tirar fotos de costas para o espelho, fazendo com que a foto pegue você e o reflexo atrás, pode ser que a coisa do espelho não apareça de costas pra você.
** aproximar bastante o rosto do espelho e observar por algum tempo, é possível que você veja seu reflexo piscar ou até fazer algo mais brusco.
Então concluí-se que espelhos são portais que levam à algum "mundo alternativo" e quer por algum motivo, ainda desconhecido, são lacrados para que não haja livre passagem de ambos lados por esse portal.
Já aconteceu algo estranho com você diante de um espelho ?
SE ALGUEM FIZER, MANDE SE REALMENTE ALGUMA DESSAS COISAS DEU CERTO, E QUAL FOI A SENSAÇÃO.

A COISA DO ESPELHO.

Existem alguns textos ocultistas que dizem que os reflexos não existem de verdade, mas o que vemos através do espelho é um outro mundo que eles nomeiam de Clamabo, e que o nosso próprio reflexo trata-se de uma criatura que assume nossa forma e nos imita.

É citado que Clamabo é um lugar de tormento cheio de horrores, e que as próprias coisas do espelho querem sair dele, mas para isso precisam de um corpo, e apenas estão esperando para o momento certo em que poderão trocar de lugar. Há relatos de pessoas que dizem já ter visto o seu reflexo agir de forma diferente, que por um segundo de distração pensaram ter visto o reflexo se mover de forma não sincronizada, e outros até mesmo dizem ter visto seus rostos sorrirem ou fazerem outras expressões que não estavam fazendo no momento.

Os relatos de acontecimentos estranhos aumentaram quando inventaram a fotografia pois dizem que ela não apenas captura a imagem da pessoa, mas também a alma aquento uma pessoa tira uma foto do espelho, ela está permitindo que a coisa troque de lado com ela. Há relatos de pessoas que dizem já ter visto a forma irregular e distorcida de Clamabo por um momento enquanto tiravam a foto, e outros até mesmo já tiveram suas fotografias distorcidas, revelando a coisa do espelho e a sua verdadeira aparência.

Bom, para quem crê nesses ensinamentos ocultistas e quer tirar a prova, comece a tirar fotos de costas para o espelho, fazendo com que a foto pegue você e o reflexo atrás, pode ser que a coisa do espelho não apareça de costas pra você. Outra forma de tentar ver mais diretamente é aproximar bastante o rosto do espelho e observar por algum tempo, é possível que você veja seu reflexo piscar ou até fazer algo mais brusco.

Pusera vermelha

Em alguns hospitais, quando você é internado, recebe uma pulseira branca com seu nome nela. Porém existem outras pulseiras com outros significados. As vermelhas são colocadas em pessoas mortas. Havia um cirurgião que trabalhava no turno da noite em um hospital universitário. Ele acabara de concluir uma operação e estava indo ao terraço. Entrou no elevador e lá havia outra pessoa. Conversou casualmente com a mulher enquanto o elevador descia. Quando a porta do elevador abriu, outra mulher ia entrar então o doutor rapidamente apertou o botão de fechar a porta e, em seguida, o do andar mais alto. Surpresa, a mulher que estava no elevador com o doutor o repreendeu por ter sido rude e perguntou por que ele não deixara a outra mulher entrar. E o doutor disse: "Essa é a paciente que eu acabei de operar. Ela morreu enquanto eu a operava. Não viu a pulseira vermelha que ela estava usando?”. A mulher sorriu enquanto levantava o pulso para o doutor, perguntando: "Parecida com essa?”.

BRINCADEIRA DO COPO

A Lenda: A tábua de Ou-ija é um brinquedo muito comum nos Estados Unidos, uma tábua de madeira para a comunicação com os mortos. Então todos os participantes colocavam os dedos em um disco com uma seta indica letra por letra as mensagens do além. No Brasil, o brinquedo nunca chegou, mas sua variante. A famosa “brincadeira do copo” improvisado com um copo de geléia (apesar de dizerem que deveria ser virgem) e uma cartolina com o alfabeto desenhado, além das palavras “sim” “não” e “adeus”. Já vi crianças ficarem presas na brincadeira por um espírito teimoso que se recusava a dizer adeus. A Verdade: Vamos admitir, sempre alguém mexia o copo com o dedo. Eu mesmo sempre inventava um espírito qualquer para colocar medo em meus amigos. Uma vez, perguntamos “quem está aí?” O copo começou a descrever seu movimento soletrando “G-A-L-C...” Olhei para meus colegas e falei: “Gente, a Gal Costa está viva, tá bom?” O copo parou misteriosamente por um tempo e depois continuou timidamente terminando a palavra “Galcaia” que seria supostamente uma índia fantasma. Foi tanta risada que ninguém nunca mais acreditou na brincadeira.

BONECO DO FOFÃO SATÂNICO

A lenda: Boneco do Fofão. Um clássico. Diziam por aí que o simpático boneco tinha sido obra de um trabalho de magia negra e quem abrisse sua barriga encontraria uma faca negra. A história tomava contornos de realidade quando, apalpando a barriga você realmente sentia algo pontudo. Para piorar a roupa do Fofão era idêntica a do brinquedo assassino Chucky. A Verdade: Imaginoquantos bonecos do Fofão foram estripados para que se confirmasse a lenda ou não. No meu caso, abrimos uma vez um deles, e para nossa surpresa REALMENTE existia a tal faca! Era na verdade a coluna vertebral do boneco que o mantinha firme quando sentado, mas raios! Realmente parecia uma faca! A lenda foi desmascarada, mas o pobre Fofão nunca mais se sentou direito.

A casa sem fim

Deixe-me começar dizendo que Peter Terry era viciado em heroína. Nós éramos amigos na faculdade e continuamos sendo após eu ter me formado. Note que eu disse "eu". Ele largou depois de 2 anos mal feitos. Depois que eu me mudei do dormitório para um pequeno apartamento, não via Peter com muita frequência. Nós costumávamos conversar online as vezes (AIM era o rei na época pré-facebook). Houve um tempo que ele não ficou online por cinco semanas seguidas. Eu não estava preocupado. Ele era um notável viciado em cocaína e drogas em geral, então eu assumi que ele apenas parou de se importar. Mas então, uma noite, eu o vi entrando. Antes que eu pudesse começar uma conversa, ele me mandou uma mensagem.

"David, cara, nós precisamos conversar."

Foi quando ele me disse sobre a Casa sem Fim. Ela tinha esse nome pois ninguém nunca alcançou a saída final. As regras eram bem simples e clichês: chegue na saída final e você ganha 500 dólares, nove cômodos no total. A casa estava localizada fora da cidade, aproximadamente 7km da minha casa. Aparentemente ele tentou e falhou. Ele era viciado em heroína e sabe lá em mais o que, então eu imaginei que as drogas tinham feito ele se cagar todo por causa de um fantasma de papel ou algo assim. Ele me disse que seria demais pra qualquer um. Que não era normal. Eu não acreditei nele. Por que eu deveria? Eu disse a ele que iria checar isso na outra noite, e não importava o quanto ele tentasse me fazer não ir, 500 dólares soava bom demais pra ser verdade, eu precisava tentar. Fui na noite seguinte. Isso foi o que aconteceu.

Quando eu cheguei, imediatamente notei algo estranho sobre a casa. Você já viu ou leu algo que não deveria te assustar, mas por alguma razão te gelava a espinha? Eu andei através da construção e o o sentimento de mal estar apenas aumentou quando eu abri a porta da frente.

Meu coração desacelerou e soltei um suspiro aliviado assim que entrei. O cômodo parecia como uma entrada de um hotel normal decorada para o Halloween. Um sinal foi colocado no lugar onde deveria ter um funcionário. Se lia "Quarto 1 por aqui. Mais oito a seguir. Alcance o final e você vence!" Eu ri e fui para a primeira porta.

A primeira área era quase cômica. A decoração lembrava o corredor de Halloween de um K-Mart, cheia de fantasmas de lençol e zumbis robóticos que soltavam um grunhido estático quando você passava. No outro lado tinha uma saída, a única porta além da qual eu entrei. Passei através das falsas teias de aranha e fui para o segundo quarto.

Fui recebido por uma névoa assim que abri a porta do segundo quarto. O quarto definitivamente apostou alto nos termos de tecnologia. Não havia apenas uma máquina de fumaça, mas morcegos pendurados pelo teto e girando em círculos. Assustador. Eles pareciam ter em algum lugar da sala, uma trilha sonora em loop de Halloween que qualquer um encontra em uma loja de R$1,99. Eu não vi um rádio, mas imaginei que eles tenham usado um sistema de PA. Eu pisei em cima de alguns ratos de brinquedo com rodinhas e andei com o peito inchado para a próxima área. Eu alcancei a maçaneta e meu coração parou. Eu não queria abrir essa porta. O sentimento de medo bateu tão forte que eu mal conseguia pensar. A lógica voltou depois de alguns momentos aterrorizantes, e eu abri a porta e entrei no próximo cômodo.

No quarto 3 foi quando as coisas começaram a mudar.

A primeira vista, parecia como um quarto normal. Havia uma cadeira no meio do quarto com piso de madeira. Uma lâmpada no canto fazia o péssimo trabalho de iluminar a área, e lançava algumas sombras sobre o chão e as paredes. Esse era o problema. Sombras. Plural. Com a exceção da cadeira, havia outras. Eu mal tinha entrado e já estava apavorado. Foi naquele momento que eu soube que algo não estava certo. Eu nem sequer pensava quando automaticamente tentei abrir a porta de qual eu vim. Estava trancada pelo outro lado.

Isso me deixou atormentado. Alguém estava trancando as portas conforme eu progredia? Não havia como. Eu teria ouvido. Seria uma trava mecânica que fechava automaticamente? Talvez. Mas eu estava muito assustado pra pensar. Eu me voltei para o quarto e as sombras tinham sumido. A sombra da cadeira permaneceu, mas as outras se foram. Comecei a andar lentamente. Eu costumava alucinar quando era criança, então eu conclui que as sombras eram um produto da minha imaginação. Comecei a me sentir melhor assim que fui para o meio da sala. Olhei para baixo enquanto andava, e foi aí que eu vi. A minha sombra não estava lá. Eu não tive tempo para gritar. Corri o mais rápido que pude para a outra porta e me atirei sem pensar no próximo quarto.

O quarto cômodo foi possivelmente o mais perturbador. Assim que eu fechei a porta, toda a luz pareceu ser sugada para fora e colocada no quarto anterior. Eu fiquei ali, rodeado pela escuridão, e não conseguia me mexer. Não tenho medo do escuro, e nunca tive, mas eu estava absolutamente aterrorizado. Toda a minha visão tinha me deixado. Eu ergui minha mão na frente do meu rosto e se eu não soubesse que tinha feito isso, nunca seria capaz de contar. Não conseguia ouvir nada. Estava um silêncio mortal. Quando você está em uma sala à prova de som, ainda é capaz de se ouvir respirar. Você consegue ouvir a si mesmo estar vivo. Eu não podia. Comecei a tropeçar depois de alguns momentos, a única coisa que eu podia sentir era meu coração batendo rapidamente. Não havia nenhuma porta à vista. Eu não tinha nem sequer certeza se havia uma porta mesmo. O silêncio foi quebrado por um zumbido baixo.

Senti algo atrás de mim. Vire-me bruscamente mas mal conseguia ver meu nariz. Mas eu sabia que era lá. Independentemente do quão escuro estava, eu sabia que tinha algo lá. O zumbido ficou mais alto, mais perto. Parecia me cercar, mas eu sabia que o que quer que estivesse causando o barulho, estava na minha frente, se aproximando. Dei um passo para trás, eu nunca tinha sentido esse tipo de medo. Eu realmente não consigo descrever o verdadeiro medo. Não estava nem com medo de morrer, mas sim do modo que isso ia acontecer. Tinha medo do que a coisa reservara para mim. Então as luzes piscaram por menos de um segundo e eu vi. Nada. Eu não vi nada e eu sei que eu não vi nada lá. O quarto estava novamente mergulhado na escuridão, e o zumbido era agora um guincho selvagem. Eu gritei em protesto, não conseguiria ouvir o barulho por mais um maldito minuto. Eu corri para trás, longe do barulho, e comecei a procurar pela maçaneta. Me virei e cai dentro do quarto 5.

Antes que eu descreva o quarto 5, você deve entender algo. Eu não sou um viciado. Nunca tive história de abuso de drogas ou qualquer tipo de psicoses além das alucinações na minha infância que eu já mencionei, e elas eram apenas quando eu estava realmente cansado ou tinha acabado de acordar. Eu entrei na Casa sem Fim limpo.

Depois de cair do quarto anterior, minha visão do quinto quarto foi de costas, olhando pro teto. O que eu vi não me assustou, apenas me surpreendeu. Árvores tinha crescido no quarto e se erguiam acima da minha cabeça. O teto desse quarto era mais alto que os outros, o que me fez pensar que eu estava no centro da casa. Me levantei do chão, me limpei e olhei ao redor. Era definitivamente o maior quarto de todos. Eu sequer conseguia ver a porta de onde eu estava, os vários arbustos e árvores devem ter bloqueado a minha linha de visão da saída. Nesse momento eu notei que os quartos estavam ficando mais assustadores, mas esse era um paraíso em comparação ao último. Também assumi que o que estava no quarto quatro ficou lá. Eu estava incrivelmente errado.

Conforme eu andava, comecei a ouvir o que se poderia ouvir em uma floresta, o barulho dos insetos se movendo e dos pássaros voando pareciam ser as minhas únicas companhias nesse quarto. Isso foi o que mais me incomodou. Eu podia ouvir os insetos e os outros animais, mas não conseguia vê-los. Comecei a me perguntar quão grande essa casa era. De fora, quando eu caminhei até ela, parecia como uma casa normal. Era definitivamente na maior parte da casa, já que tinha quase uma floresta inteira. A abóbada cobria minha visão do teto, mas eu assumi que ele ainda estava lá, por mais alto que fosse. Eu também não via nenhuma parede. A única maneira que eu sabia que ainda estava dentro da casa era por causa do chão compatível com o dos outros quartos, pisos escuros de madeira. Continuei andando na esperança que a próxima árvore que eu passasse revelaria a porta. Depois de alguns momento de caminhada, senti um mosquito no meu braço. O espantei e continuei. Um segundo depois, senti cerca de dez mais deles em diferentes lugares da minha pele. Senti eles rastejarem para cima e para baixo nos meus braços e pernas, e algum deles foram para o meu rosto. Eu me agitava freneticamente para espantá-los mas eles continuavam rastejando. Eu olhei para baixo e soltei um grito abafado, mais um ganido, para ser honesto. Eu não vi um único inseto. Nenhum inseto estava em mim, mas eu conseguia senti-los. Eu ouvia eles voando pelo meu rosto e picando a minha pele, mas não conseguia ver um único inseto. Me joguei no chão e comecei a rolar descontroladamente. Eu estava desesperado. Eu odiava insetos, especialmente os que eu não conseguia ver ou tocar. Mas eles conseguiam me tocar, e estavam por toda parte.

Eu comecei a rastejar. Não tinha ideia para onde estava indo, a entrada não estava a vista, e eu ainda não tinha visto a saída. Então eu apenas rastejei, minha pele se contorcendo com a presença desses insetos fantasmas. Depois do que pareceu horas, eu achei a porta. Agarrei a árvore mais próxima e me apoiei nela, eu dava tapas nos meus braços e pernas, sem sucesso. Tentei correr mas não conseguia, meu corpo estava exausto de rastejar e lidar com o que quer que estivesse no meu corpo. Eu dei alguns passos vacilantes até a porta, me segurando em cada árvore para me apoiar. Estava a poucos passos da porta quando eu ouvi. O zumbido baixo de antes. Estava vindo do próximo quarto, e era mais profundo. Eu podia quase senti-lo dentro do meu corpo, como quando você está do lado de um amplificador em um show. O sensação dos insetos em mim diminuiu quando o zumbido ficou mais alto. Assim que eu coloquei a mão na maçaneta, os insetos se foram completamente, mas eu não conseguia girar a maçaneta. Eu sabia que se eu soltasse, os insetos voltariam, e eu não voltaria para o cômodo quatro. Eu apenas fiquei ali, minha cabeça pressionada contra a porta marcada 6, minha mão trêmula segurando a maçaneta. O zumbido era tão alto que eu não conseguia nem me ouvir fingir pensar. Eu não podia fazer nada além de prosseguir. O quarto 6 era o próximo, e ele era o inferno.

Fechei a porta atrás de mim, meus olhos fechados e meus ouvidos zunindo. O zumbido me rodeava. Assim que a porta fechou, o zumbido se foi. Abri meus olhos e a porta que eu fechei sumira. Era apenas uma parede agora. Olhei em volta em choque. O quarto era idêntico ao terceiro, a mesma cadeira e lâmpada, mas com a quantidade de sombras corretas dessa vez. A única real diferença é que a porta de saída, e a que eu vim, tinham sumido. Como eu disse antes, eu não tinha problemas anteriores nos termos de instabilidade mental, mas no momento eu sentia como se estivesse louco. Eu não gritei. Não fiz um som. No começo eu arranhei suavemente. A parede era resistente, mas eu sabia que a porta estava lá, em algum lugar. Eu apenas sabia que estava. Arranhei onde a maçaneta estava. Arranhei a parede freneticamente com ambas as mãos, minhas unhas começaram a ser lixadas pela parede. Cai silenciosamente de joelho, o único som no quarto era o incessante arranhar contra a parede. Eu sabia que estava lá. A porta estava lá, eu sabia que estava apenas lá, sabia que se eu pudesse passar pela parede-

"Você está bem?"

Pulei do chão e me virei rapidamente. Me encostei contra a parede atrás de mim e vi o que falou comigo, e até hoje eu me arrependo de ter me virado.

A garotinha usava um vestido branco que descia até seus tornozelos. Ela tinha longos cabelos loiros que desciam até o meio das suas costas, pele branca e olhos azuis. Ela era a coisa mais assustadora que eu já tinha visto, e eu sei que nada na vida será tão angustiante como o que eu vi nela. Enquanto eu a olhava, eu via a jovem menina, mas também via algo mais. Onde ela estava eu vi o que parecia com um corpo de um homem maior do que o normal e coberto de pelos. Ele estava nu da cabeça ao dedão do pé, mas sua cabeça não era humana, e seus pés eram cascos. Não era o diabo, mas naquele momento poderia muito bem ter sido. Sua cabeça era a cabeça de um carneiro e o focinho de um lobo. Era horrível, e era como a menininha a minha frente. Eles tinham a mesma forma. Eu não consigo realmente descrever, mas eu via os dois ao mesmo tempo. Eles compartilhavam o mesmo lugar do quarto, mas era como olhar para duas dimensões separadas. Quando eu olhava a menina, eu via a coisa, e quando eu olhava a coisa, eu via a menina. Eu não conseguia falar. Eu mal conseguia ver. Minha mente estava se revoltando contra o que eu tentava processar. Eu já tive medo antes na minha vida, e eu nunca tinha estado mais assutado do que quando fiquei preso no quarto 4, mas isso foi antes do sexto. Eu apenas fiquei ali, olhando para o que quer que fosse que falou comigo. Não havia saída. Eu estava preso lá com aquilo. E então ela falou de novo.

"David, você deveria ter ouvido"

Quando aquilo falou, eu ouvi palavras da menina, mas a outra coisa falou atrás da minha mente numa voz que eu não tentarei descrever. Não havia nenhum outro som. A voz apenas continuava repetindo a frase de novo e de novo na minha mente, e eu concordei. Eu não sabia o que fazer. Estava ficando louco e ainda assim eu não conseguia tirar os olhos do que estava na minha frente. Cai no chão. Pensei que tinha desmaiado, mas o quarto não deixaria isso acontecer. Eu apenas queria que isso terminasse. Eu estava de lado, meus olhos bem apertos e a coisa olhando pra mim. No chão na minha frente estava correndo um dos ratos de brinquedo do segundo quarto. A casa estava brincando comigo. Mas por alguma razão, ver esse rato fez a minha mente voltar de onde quer que ela estivesse, e olhar ao redor do quarto. Eu sairia de lá. Estava determinado a sair daquela casa e nunca mais pensar sobre ela novamente. Eu sabia que esse quarto era o inferno e não estava pronto para ficar lá. No começo apenas meus olhos se moviam. Eu procurava nas paredes por qualquer tipo de abertura. O quarto não era muito grande, então não demorou muito para que eu checasse tudo. O demônio continuava zombando de mim, a voz cada vez mais alta como a coisa parada lá. Coloquei minha mão no chão e fiquei de quatro, e voltei a explorar a parede atrás de mim. Então eu vi algo que eu não podia acreditar. A coisa estava agora diretamente nas minhas costas, sussurrando como eu não deveria ter vindo. Eu senti sua respiração na minha nuca, mas me recusei a me virar. Um grande retângulo foi riscado na madeira, com um pequeno entalhe no meio dele. E bem em frente aos meus olhos eu vi um 7 que eu tinha inconscientemente feito na parede. Eu sabia o que era. Quarto 7 estava bem onde o quarto 5 estava a momentos atrás.

Eu não sabia como eu tinha feito aquilo, talvez tenha sido apenas o meu estado no momento, mas eu tinha criado a porta. Eu sabia que tinha. Na minha loucura eu tinha riscado na parede o que eu mais precisava, uma saída para o próximo quarto. O quarto 7 estava perto. Eu sabia que o demônio estava bem atrás de mim, mas por alguma razão, ele não conseguia me tocar. Fechei meus olhos e coloquei ambas as mãos no grande 7 na minha frente. E empurrei. Empurrei o mais forte que pude. O demônio agora gritava nos meus ouvidos. Ele e dizia que eu nunca iria embora. Me dizia que esse era o fim, mas que eu não iria morrer, eu iria ficar lá no quarto 6 com ele. Eu não iria. Empurrei e gritei com todo o meu fôlego. Eu sabia que alguma hora eu iria atravessar a parede. Cerrei meus olhos e gritei, e então o demônio se foi. Eu fui deixado no silêncio. Me virei lentamente e fui saudado com o quarto estando como estava quando eu entrei, apenas uma cadeira e uma lâmpada. Eu não podia acreditar nisso, mas não tive tempo de me habituar. Me virei para o 7 e pulei levemente para trás. O que eu vi foi uma porta. Não a que eu tinha riscado lá, mas uma porta normal com um grande 7 nela. Todo o meu corpo tremia. Me levou um tempo para girar a maçaneta. Eu apenas fiquei lá, parado por um tempo, encarando a porta. Eu não podia ficar no quarto 6, não podia. Mas se isso foi apenas o quarto 6, não conseguia imaginar o que me aguardava no 7. Devo ter ficado lá por uma hora, apenas olhando para o 7. Finalmente, respirei fundo e girei a maçaneta, abrindo a porta para o quarto 7.

Cambaleei através da porta mentalmente exausto e fisicamente fraco. A porta atrás de mim se fechou, e eu me toquei de onde estava. Eu estava fora. Não fora como no quarto 5, eu estava realmente lá fora. Meus olhos ardiam. Eu queria chorar. Cai de joelhos e tentei, mas não consegui. Eu estava finalmente fora daquele inferno. Nem sequer me importava com o prêmio que foi prometido. Me virei e vi que porta que eu tinha acabado de atravessar era a entrada. Andei até o meu carro e dirigi para casa, pensando em o quão bom seria tomar um banho.

Assim que cheguei em casa, me senti desconfortável. A alegria de deixar a Casa Sem Fim tinha sumido, e um temor crescia lentamente em meu estômago. Parei de pensar nisso e fiz meu caminho para a porta da frente. Entrei e imediatamente subi para o meu quarto. Eu entrei lá e na minha cama estava meu gato Baskerville. Ele foi a primeira coisa viva que eu vi aquela noite, e fui fazer carinho nele. Ele sibilou e bateu na minha mão. Recuei em choque, ele nunca tinha agido assim. Eu pensei "tanto faz, ele é um gato velho". Fui para o banho e me aprontei para o que eu esperava ser uma noite de insônia.

Depois do meu banho, fui cozinhar algo. Desci as escadas e me virei para a sala de estar, e vi o que ficaria para sempre gravado em minha mente. Meus pais estavam deitados no chão, nus e cobertos de sangue. Foram mutilado ao ponto de estarem quase identificáveis. Seus membros foram removidos e colocados do lado dos seus corpos, e suas cabeças em seus peitos, olhando para mim. A pior parte eram suas expressões. Eles sorriam, como se estivessem felizes em me ver. Vomitei e comecei a chorar lá mesmo. Eu não sabia o que tinha acontecido, eles nem sequer moravam comigo. Eu estava confuso. E então eu vi. Uma porta que nunca esteve lá antes. Uma porta com um grande 8 riscado com sangue nela.

Eu continuava na casa. Estava na minha sala de estar, mas ainda assim, no quarto 7. O rosto dos meus pais sorriram mais assim que eu percebi isso. Eles não eram meus pais, não podiam ser. Mas pareciam exatamente como eles. A porta marcada com um 8 estava do outro lado, depois dos corpos mutilados na minha frente. Eu sabia que tinha que continuar, mas naquele momento eu desisti. Os rostos sorridentes acabaram comigo, me seguravam lá onde eu estava. Vomitei novamente e quase entrei em colapso. E então, o zumbido voltou. Estava mais alto do que nunca, enchia a casa e tremia as paredes. O zumbido me obrigou a andar. Comecei a andar lentamente, indo em direção a porta e aos corpos. Eu mal conseguia ficar em pé, ainda mais andar, e quanto mais perto eu ia dos meus pais, mais perto do suicídio eu estava. As paredes agora tremiam tanto que parecia que desmoronariam, mas ainda assim os rostos sorriam para mim. Cada vez que eu me movia, os olhos me seguiam. Agora eu estava entre os dois corpos, a alguns metros da porta. As mãos desmembradas rastejaram em minha direção, o tempo todo os rostos continuavam a me olhar fixamente. Um novo terror tomou conta de mim e eu andei mais rápido. Eu não queria ouvir eles falarem. Não queria que as vozes fossem iguais a dos meus pais. Eles começaram a abrir suas bocas, e agora as mãos estavam a centímetros dos meus pés. Em um movimento desesperado, corri até a porta, a abri, e bati com ela atrás de mim. Quarto 8.

Eu estava farto. Depois do que acabara de acontecer, eu sabia que não tinha mais nada que essa porra de casa pudesse ter que eu não pudesse sobreviver. Não havia nada além do fogo do inferno que eu não estava preparado. Infelizmente eu subestimei as capacidades da Casa Sem Fim. Infelizmente, as coisas ficaram mais perturbadoras, mais terríveis e mais indescritíveis no quarto 8.

Eu continuo tendo dificuldade me acreditar no que eu vi na sala 8. De novo, o quarto era uma cópia do quarto 6 e 4, mas sentado na cadeira normalmente vazia, estava um homem. Depois de alguns segundos de descrença, minha mente finalmente aceitou o fato de que o homem sentado lá era eu. Não alguém que parecia comigo, ele era David Williams. Me aproximei. Eu tinha que dar uma olhada melhor, mesmo tendo certeza disso. Ele olhou para mim e notei lágrimas em seus olhos.

"Por favor.... por favor, não faça isso. Por favor, não me machuque."

"O que?" Eu disse. "Quem é você? Eu não vou te machucar."

"Sim, você vai" Ele soluçava agora. "Você vai me machucar e eu não quero que você faça isso." Ele colocou suas pernas para cima na cadeira e começou a se balançar para frente e para trás. Foi realmente bem patético de olhar, principalmente por ele ser eu, idêntico em todos os sentidos.

"Escute, quem é você?" Eu estava agora apenas a alguns metros do meu doppelganger. Foi a mais estranha experiência que eu tive, estar lá falando comigo mesmo. Eu não estava assustado, mas ficaria logo. "Por que você-?"

"Você vai me machucar, você vai me machucar, se você quer sair você vai me machucar"

"Por que você está falando isso? Apenas se acalme, certo? Vamos tentar entender isso e-" E então eu vi. O David sentado lá estava usando as mesmas roupas que eu, exceto por uma pequena mancha vermelha bordada em sua camisa com um número 9"

"Você vai me machucar, você vai me machucar, não, por favor, você vai me machucar..."

Meus olhos não deixaram o pequeno número no seu peito. Eu sabia exatamente o que era. As primeiras portas foram simples, mas depois elas ficaram mais ambíguas. 7 foi arranhada na parede pelas minhas próprias mãos. 8 foi marcada com o sangue dos meus pais. Mas 9 - esse número era uma pessoa, uma pessoa viva. E o pior, era uma pessoa que parecia exatamente comigo.

"David?" Eu tive que perguntar.

"Sim... você vai me machucar, você vai me machucar..." Ele continuo a soluçar e a se balançar. Ele respondeu ao David. Ele era eu, até a voz. Mas aquele 9. Eu andei por alguns minutos enquanto ele chorava em sua cadeira. O quarto não tinha nenhuma porta, e assim como o 6, a porta da qual eu vim tinha sumido. Por alguma razão, eu sabia que arranhar não me levaria a nenhum lugar dessa vez. Estudei as paredes e o chão em volta da cadeira, abaixando a minha cabeça e vendo se tinha algo embaixo dela. Infelizmente, tinha. Embaixo da cadeira tinha uma faca. Junto com ela tinha uma nota onde se lia: Para David - Da Gerência.

A sensação em meu estômago quando eu li a nota foi algo sinistro. Eu queria vomitar, e a última coisa que eu queria fazer era remover a faca debaixo da cadeira. O outro David continuava a soluçar incontrolavelmente. Minha mente girava em volta de questões sem respostas. Quem colocou isso aqui e como sabiam meu nome? Sem mencionar o fato de que eu estava ajoelhado no chão frio e também estava sentado naquela cadeira, soluçando e pedindo para não ser machucado por mim mesmo. Isso tudo era muito para processar. A casa e a gerência estavam brincando comigo esse tempo todo. Meus pensamentos, por alguma razão, foram para Peter, e se ele chegou tão longe ou não. E se ele chegou, se ele conheceu um Peter Terry soluçando nesta cadeira, se balançando para frente e para trás. Eu expulsei esses pensamentos da minha cabeça, eles não importavam. Eu peguei a faca debaixo da cadeira e imediatamente o outro David se calou.

"David," ele disse na minha voz, "o que você pensa que vai fazer?"

Me levantei do chão e apertei a faca na minha mão.

"Eu vou sair daqui."

David continuava sentado na cadeira, mas estava bem calmo agora. Ele olhou pra mim com um sorriso fraco. Eu não sabia se ele iria rir ou me estrangular. Lentamente ele se levantou da cadeira e ficou de frente para mim. Era estranho. Sua altura e até a maneira que ele estava eram iguais a mim. Eu senti o cabo de borracha da faca na minha mão e apertei ela mais forte. Eu não sabia o que planejava fazer com isso, mas sentia que eu ia precisar dela.

"Agora" sua voz era um pouco mais profunda que a minha. "Eu vou te machucar. Eu vou te machucar e eu vou te manter aqui" Eu não respondi. Eu apenas o ataquei e o segurei no chão. Eu tinha montado nele e olhei para baixo, faca apontada e preparada. Ele olhou para mim apavorado. Era como se eu estivesse olhando para um espelho. E então, o zumbido retornou, baixo e distante, mas ainda assim eu o sentia no meu corpo. David olhou mim e eu olhei para mim mesmo. O zumbido foi ficando mais alto, e eu senti algo dentro de mim se romper. Com apenas um movimento, eu enfiei a faca na marca em seu peito e rasguei. A escuridão inundou o quarto, e eu estava caindo.

A escuridão em volta de mim era diferente de tudo que eu já tinha experimentado até aquele ponto. O Quarto 3 era escuro, mas não chegou nem perto dessa que tinha me engolido completamente. Depois de um tempo, eu não tinha nem mais certeza se continuava caindo. Me sentia leve, coberto pela escuridão. E então, uma tristeza profunda veio até mim. Me senti perdido, deprimido, suicida. A visão dos meus pais entrou na minha mente. Eu sabia que não era real, mas eu tinha visto aquilo, e a mente tem dificuldades em diferenciar o que é real e o que não é. A tristeza só aumentava. Eu estava no quarto 9 pelo que parecia dias. O quarto final. E era exatamente o que isso era, o fim. A Casa Sem Fim tinha um final, e eu tinha alcançado isso. Naquele momento, eu desisti. Eu sabia que eu estaria naquele estado pra sempre, acompanhado por nada além da escuridão. Nem o zumbido estava lá para me manter são. Eu tinha perdido todos os sentidos. Não conseguia sentir eu mesmo. Não conseguia ouvir nada, a visão era inútil aqui, e eu procurei por algum gosto na minha boca e não achei nada. Me senti desencarnado e completamente perdido. Eu sabia onde eu estava. Isso era o inferno. O Quarto 9 era o inferno. E então aconteceu. Uma luz. Uma dessas luzes estereotipadas no fim do túnel. Então eu senti o chão vir até mim, eu estava em pé. Depois de um momento ou dois para reunir meus pensamentos e sentidos, eu andei lentamente em direção a essa luz.

Assim que eu me aproximei da luz, ela tomou forma. Era uma luz saindo da fenda de uma porta, dessa vez sem nenhuma marca. Eu lentamente andei através da porta e me encontrei de volta onde eu comecei, no lobby da Casa Sem Fim. Estava exatamente como eu deixei. Continuava vazia, continuava decorada com enfeites infantis de Halloween. Depois de tudo o que aconteceu aquela noite, eu continuava desconfiado de onde eu estava. Depois de alguns momentos de normalidade, eu olhei em volta tentando achar qualquer coisa diferente. Na mesa estava um envelope branco com o meu nome escrito nele. Muito curioso, mas ainda assim cauteloso, juntei coragem para abrir o envelope. Dentro estava uma carta escrita à mão.

David Williams,

Parabéns! Você chegou ao final da Casa Sem Fim! Por favor, aceite esse prêmio como um símbolo da sua grande conquista.

Da sua eterna,
Gerência

Junto com a carta, tinham cinco notas de 100 dólares.

Eu não conseguia parar de rir. Eu ri pelo que pareceram horas. Eu ri enquanto andava até o carro e ri enquanto dirigia pra casa. Eu ri enquanto estacionava o carro na minha garagem, ri enquanto abria a porta da frente da minha casa e ri quando vi um pequeno 10 gravado na madeira.

Contos de Terror - A Tenebrosa Noite de Tempestade

Era uma noite chuvosa quando um pai e sua filha voltavam do hospital onde ficaram o dia inteira na espera que a esposa e mãe estava internada. Uma grave doença desconhecida consumia sua vida e os médicos não sabiam o que fazer.

Como o hospital era longe, eles tinham que cruzar uma longa estrada escura que cortava um grande bosque. O som da chuvabatendo no teto do carro , fazia um barulho relaxante e a garota começou a cochilar.

Repentinamente um grande estrondo fez-se ouvir. O trovão veio forte e um relâmpago iluminou a noite. O pai segurou firme o volante e o carro derrapou na estrada molhando até bater em um barranco.

Após verificar se sua filha não estava machucada o homem decidiu sair do carro para ver os estragos que o veículo havia sofrido. Os dois pneus dianteiros estavam furados e uma das rodas amassada.

- Parece que passamos por cima de algo grande na estada. – disse o homem.

A filha, debruçada na janela, perguntou receosa:

- Mas você pode consertar pai?

- Não – disse o homem balançando a cabeça. – Eu só tenho um estepe e vou ter que voltar a pé até a cidade para encontrar alguém que possa nos rebocar, não é longe daqui. Você pode esperar no carro até eu voltar.

- Tudo bem. – disse ela . – Mas não demore muito tempo.

O pai percebeu o medo nos olhos de sua filha e afirmou que iria o mais rápido possível.

A filha olhou pelo vidro de trás até ver o pai desaparecer , andando pela estrada no meio da noite.

Havia passado mais de uma hora e o homem ainda não tinha retornado. A garota começou a ficar preocupada, qual seria o motivo de tanta demora? Será que seu pai não havia encontrando nenhum reboque? O medo de ficar naquela estrada escura aumentava cada vez mais até que ela viu um vulto ao longe, vindo pela estrada.

Inicialmente ela ficou alegre, pois pensou que fosse seu pai, porém a alegria inicial foi virando medo quando ela pode perceber que era um homem estranho que vinha andando pela estrada. Agora, mais perto e iluminado pelos eventuais relâmpagos podia ver que se tratava de um homem alto, vestindo macacão e com uma barba em torno do rosto. Notou que algo grande estava sendo carregado em sua mão esquerda.

A garota começou a ficar nervosa e rapidamente trancou todas as portas do carro, após fazer isto e se sentir mais segura olhou para fora: o homem havia parado e olhava fixamente para ela a uma distância alguns metros.

De repente ele levantou o braço e a menina soltou um grito horripilante. Seu corpo todo tremia, as lágrimas invadiram seus olhos e apavorada viu que na mão esquerda o homem segurava a cabeça decepada de seu pai.

Seu coração batia aceleradamente e ela gritava sem parar. A expressão grotesca deu seu pai era horrível. A boca estava entreaberta com a língua de fora e os olhos estavam todos brancos.

Do lado de fora, colado em sua janela o homem olhava com raiva para ela. Seus olhos estavam injetados de sangue e seu rosto era coberto de cicatrizes. . Por um breve momento ele ficou sorrindo para ela como se fosse um louco, então lentamente ele colocou a mão no bolso e tirou algo e agitou para que ela visse.

Na sua mão estava as chaves do carro do seu pai...

A Casa dos Vultos

Havia uma casa, acho que era aqui na região leste, um casal resolveu comprar uma casa boa para se morar: sala de jogos, biblioteca, piscinas, etc... Mas tinha algo estranho na casa. Todas as noites, via-se vultos pela casa e barulhos estranhos no primeiro andar e na biblioteca. Nem ligaram achavam que era sombras de pessoas que passavam do outro lado da rua. Na outra noite, o rapaz estava acordado e a esposa dele dormindo quando ele viu um vulto de uma mulher passando pelo corredor com um bebê no colo. Quando ele acendeu a luz, não havia nada no local. Na outra noite, foi a esposa desse rapaz viu a mesma coisa só que dessa vez diferente viu um vulto de duas crianças correndo pelo corredor. Nas outras noites, ouviam barulhos pela sala. Na manhã seguinte, a esposa do rapaz estava conversando com a vizinha, quando relatou o fato que ocorreu nas outras noites. E a vizinha entendeu o caso e disse esses vultos que ela tinha visto, eram de pessoas que já morreram na casa, antes deles....

"Será"

Paulo foi passar uma semana com os quatro filhos num hotel-fazenda de Três Córregos, a Fazenda Velha. Na volta pra casa, esqueceu lá seu computador portátil, seu laptop, que tinha sido guardado por dona Santa, a simpática proprietária do lugar. Tiveram na fazenda uma semana de muita diversão e todas as noites ouviram dona Santa contar velhas histórias de assombrações. Assombrações povoaram seus dias e noites na fazenda. Ouviram seus choros, passos, ruídos fantasmagóricos, e até mesmo conviveram com algumas delas, para no final descobrir que era tudo um teatro, uma grande apresentação para divertir os hóspedes. Agora que o sociólogo da capital queria recuperar seu laptop esquecido na fazenda, vinham lhe dizer que a fazenda não existia havia muitos e muitos anos? Que os moradores haviam morrido num incêndio que consumira a casa com tudo que havia dentro? Que teria sido um menino que pôs fogo na casa, um menino que gostava de brincar com espelhos? Um funcionário da prefeitura que lhe deu as informações disse também que tudo eram velhas histórias, ninguém sabia ao certo o acontecido, mas que os falecidos no sinistro estavam enterrados no cemitério da cidade, num túmulo com nomes e retratos. Era tudo o que restava de memória da fazenda e de seus infelizes moradores, patrões e empregados. O funcionário da prefeitura prontificou-se a guiá-lo ao local onde estavam sepultados. Paulo achou tudo aquilo um despropósito, mas ele ia lá pra ver, pagava pra ver. Paulo estava na capital, onde morava com os filhos, e antes de viajar teve que resolver alguns problemas, pagar contas e falar com o pessoal de seu trabalho. Passava do meio-dia quando conseguiu ficar livre. Deixou as crianças aos cuidados de uma amiga, telefonou ao servidor da prefeitura, seu informante, explicou que tinha se atrasado um pouco, marcou hora e lugar para se encontrar com ele, pegou o carro e partiu. A tarde caía quando chegou a Três Córregos. Passou pela estradinha onde ficava a fazenda: era tudo cana-de-açúcar, o deserto verde,. Não viu casas nem árvores, nem bichos do mato, nem passarinhos. Percorreu mais de quatro quilômetros e chegou à cidade. Foi fácil achar a prefeitura e identificar o funcionário. Era um velho alto e magro de uma palidez desconcertante. Paulo achou familiar sua fisionomia, quem sabe teria o visto antes na cidade? Cumprimentaram-se e o velho disse: - Vamos a pé, a estrada está ruim para passar de carro. Em poucos minutos estavam os dois subindo a ladeira que levava ao afastado cemitério da cidade. Chegando ao portão do campo-santo o velho disse a Paulo que entrasse sozinho. Não gostava de cemitérios, desculpou-se. Explicou a como chegar no túmulo da família, despediu-se com uma reverência e foi embora. Não foi difícil para o sociólogo encontrar a campa que seu acompanhante descreveu com precisão. A noite começava a cair sobre o cemitério. Uma densa neblina cobria as sepulturas, esfriara um pouco. Paulo senta-se desconfortável, mas podia enxergar perfeitamente. Estava em pé diante a tumba. Havia muitos retratos e nomes. Foi reconhecendo as fisionomias familiares. Lá estavam escritos os seus nomes em letras de bronze sobre uma lápide de mármore mortuária: Santa, Juvêncio, Elisa, Ana, Leôncio, Clara, João, Antônio... Que história mais estranha, que loucura! O olhar aturdido de Paulo desviou-se dos retratos. Sentiu as pernas bambas, um calafrio lhe percorreu a espinha. Na base do jazigo, à sua espera, sob olhar perpétuo de dona Santa no retrato repousava seu querido laptop.

'A Flor da Aidética"

Em 1993, Rodrigo era um universitário paulistano de férias em Curitiba. Neste período, numa certa noite, ele decidiu visitar um bordel. Lá, este moço conheceu uma garota de programa chamada Patrícia Lunar. Os dois tiveram um caso , mas o problema é que nenhum dos dois usou preservativo . Quinze dias depois, Patrícia levou Rodrigo ao aeroporto, pois suas férias haviam acabado.Porém, antes da despedida a garota deu uma caixa para o rapaz e disse:- O que tem dentro desta caixa é uma surpresa, por isto você terá que me prometer que só vai abri–la quando chegar em São Paulo . Então, Rodrigo exclamou: - Prometo! Assim, os dois se despediram com um beijo e o moço entrou dentro do avião. Como Rodrigo era muito curioso, mesmo dentro do avião, ele abriu a caixa. Dentro dela havia uma flor murcha e um bilhete em que estava escrito:“ – Parabéns! Você está igual a esta flor ... Você acabou de pegar o vírus da AIDS . “ Ao chegar em São Paulo, este moço fez o exame de HIV, e, o resultado foi positivo. Desta maneira, ele resolveu pegar um avião para Curitiba e tomar satisfações com a garota de programa . Ao chegar no bordel, este rapaz falou à dona do lupanar:- Boa noite! Por favor, eu gostaria de falar com a funcionária Patrícia Lunar . Assim, a dona do estabelecimento disse:- O que? Patrícia Lunar faleceu em 1987 . Deste jeito, o rapaz exclamou : - Não pode ser! Eu contratei os serviços dela há alguns dias atrás!- Não é possível!- Ela morreu de quê? Então, a dona da boate exclamou, deste jeito :- Eu não minto! Nunca duvide de mim! Após falar isto, esta senhora fechou as portas do local na cara de Rodrigo. Mas, quando o rapaz estava virando a esquina , uma moça apareceu e disse:- Eu sei de tudo sobre Patrícia Lunar. Desta maneira , o moço perguntou:- O que você sabe? Ela respondeu:- Eu sei de tudo: Patrícia Lunar morreu de AIDS , em 1987. A lenda diz que o fantasma dela apavora os clientes de vários bordéis . Então, o rapaz falou : - Eu não posso acreditar nesta história. Assim , a jovem disse: - Então, venha comigo ao Cemitério Municipal e você verá o túmulo dela com foto e tudo. A moça levou Rodrigo até o Cemitério Municipal e ele viu a foto de Patrícia, num túmulo, onde estava escrito : Patrícia Gorski ( Patrícia Lunar ) 1967 – 1987 .

Samara

Muitas histórias e lendas falsas correm pela internet, mas a verdadeira é a que se encontra no filme "The Ring", que por sua vez em baseado no filme japonês "Ringu". Samara era filha adotiva de dois criadores que cavalos que tinham a sua própria quinta. Como Richard Morgan e Anna Morgan não podia ter filhos adotaram Samara. Ela podia alterar imagens com a mente, fazer coisas demoníacas e punha visões na cabeça da sua mão, Anna Morgan. Samara foi, então viver para o celeiro junto dos cavalos, mas como eles não a deixavam dormir ela conduzia-os para o mar. Anna não agüentava com as ações de Samara e então decidiu internar a sua filha. Dentro do hospital, os médicos descobriram a habilidade de Samara de modificar imagens com a mente e de nunca dormir. Tempo depois decidiram retira-la do hospital, mas Anna continuava a ter visões e os cavalos continuavam a morrer. Então, Anna levou Samara para junto de um poço e tapando-lhe a cabeça com um saco de plástico atirou a sua filha para dentro do poço. Em seguida suicidou-se atirando-se de um penhasco. Entretanto, o que ninguém sabia é que Samara estava viva no fundo do poço. Apesar de ter sido atirada para aquele lugar escuro e cheio de água gelada (seu maior medo) pela própria mãe, Samara alimentava esperanças de conseguir sair de lá: tentava escalar as paredes do poço, e perdeu as unhas durante as tentativas. E estes foram os piores (e últimos) sete dias da vida de Samara. Após sua morte, seu espírito continuou preso no fundo do poço. Com a sua habilidade de gravar as memórias, Samara gravou todo o seu sofrimento numa cassete de vídeo. Anos mais tarde um pequeno hotel de cabanas foi construído em cima do poço. Várias cópias do vídeo foram criadas e quem as visse morria em 7 dias. Qualquer pessoa que vir o seu vídeo ouve em seguida o telefone a tocar e uma voz feminina diz "You will die in seven days" (Vais morrer em sete dias). Durante esses 7 dias as pessoas começam a ver escadas, vários círculos, e até a própria Samara. Ao sétimo dia Não existe mais esperança, se o vídeo não for mostrado a mais ninguém a pessoa que o viu primeiro morrerá.

Escuro

Quando estou no escuto
passa tudo pela minha
mente, pessoas mortas,
espíritos gritando ao meu
ouvido, as luzes se apagam
do nada, escuto correntes
sobre o chão, vejo crianças
ensanguentadas correndo e
outras coisas.
Medo ? Não, não.
Isso é são apenas coisas da
minha imaginação ou talvez
não. Mas eu não sei
exatamente o que fazer para
que essas coisas parem. Eu
tentei de tudo. Primeiro, eu
me cortei. Aliás, cortei meus
pulsos, mas era apenas cortes
leves. Depois eu não
aguentava mas, então eu
cortei um dos meus braços.
Fui parar no hospital, mas
não morri e os espíritos e
aquelas outras foram ao
hospital me atormentar. Vi
que ao lado da maca que
estava deitada, havia uma
injeção, no mesmo instante a
peguei e enfiei em um dos
meus olhos. Os médicos
chegaram e não sabiam o
que fazer. Após 4 dias em
coma, eu acordei em uma
sala toda branca, havia uma
mesa, uma cadeira, um papel
e uma caneta nela. Eu estava
sozinha e uma voz começou
a me fazer perguntas. Eu não
aguentando mas, peguei
aquela caneta e enfiei no
meu outro olho. Estava
cega !
Não sabiam o que fazer
comigo, entao me levaram
para uma sala e me
trancaram durante 10 anos.
Quando eu finalmente sai de
lá e fui pra casa, continuava
vendo aquelas coisas. Mas
como eu via se eu era cega
agora ? Eu não entendi.
Então certa noite sozinha eu
peguei uma faca na cozinha
e me matei. Mas por incrível
que pareça, eu continuo
vendo-os e ouvindo-os,
agora bem mas perto e é
bem mas intenso. Agora eu
sou um deles.

Você já sonhou com este homem?

Preste bastante atenção no retrato do homem abaixo:
Agora responda: você já sonhou com este homem? Caso a resposta seja afirmativa, saiba que você não é o único. Pelo menos é o que dizem os participantes do site “This Man”, dedicado a reunir e divulgar relatos de “milhares de pessoas ao redor do mundo” que sonham “todas as noites” com o misterioso homem do retrato, sem nunca tê-lo conhecido ao vivo.

Como toda lenda urbana que se preze, a história começa com um enigmático episódio de uma mulher em um hospital psiquiátrico de Nova York. Ela confidencia ao psicólogo um estranho sonho que teve com um homem que nunca conheceu, mas não é levada a sério. Dias depois, outro paciente reconhece o mesmo homem no retrato desenhado pela primeira sonhadora. Ele também garante ter sonhado com a figura.



O psicólogo fica intrigado e conta o caso para outros colegas de profissão. Os relatos a respeito de sonhos com “esse homem” só aumentam. O site afirma que ” pelo menos 2 mil pessoas já declararam ter visto esse homem em seus sonhos, em diversas cidades ao redor do mundo: Los Angeles, Berlim, São Paulo, Teerã, Pequim, Roma, Barcelona, Estocolmo, Paris, Nova Déli, Moscou, etc.”

Alguns relatos:

“Eu sonhei que esse homem estava no meu espelho, olhando para mim sem dizer nada, usando óculos. Ele nunca se moveu durante todo o tempo em que olhou para mim. Ele era como uma estátua, tão imóvel.”

“Eu sonhei com esse homem. No sonho, ele era brasileiro e muito bonito. Ele parecia um professor e tinha 6 dedos na mão direita. Ele disse que, caso ocorra um desastre nuclear nos Estados Unidos, eu devo ir para o Norte”

Outros relatos de sonhos com “esse homem” envolvem relacionamentos românticos, estranhos vôos pela cidade e outras situações bizarras.

A história parece ser um viral muito bem elaborado ou mais uma daquelas lendas que se espalham pela Internet. Ah, sim, o site vende camisetas, canecas e outros objetos com a imagem misteriosa. De qualquer maneira, é tudo bem intrigante. Em todo caso, fica a pergunta: você já sonhou com esse homem?

A vingança de Carmem

Carmem tinha 17 anos quando seus pais decidiram se mudar para Minas Gerais. Seu pai havia perdido o emprego e a única maneira de encontrar um novo emprego era se mudar para outro estado.
Essa mudança causou um monte de problemas para Carmem. Ela teve que deixar seus amigos para trás e freqüentar uma escola totalmente nova, em Minas Gerais.
Carmem tinha dificuldade em fazer novas amizades na nova escola. Era meio do ano e a maioria dos alunos não tinha interesse em fazer amizade com a nova garota. Inicialmente, ela passou dias sozinha, sem falar com ninguém, mas ela finalmente começou a andar com um grupo de cinco garotas.
Carmem pensou que as garotas fossem legais, mas não demorou muito para descobrir que elas estavam espalhando boatos infames sobre a vida dela.
Quando Carmem as confrontou, as garotas começaram a rir e fazer piadinhas sobre ela. Isso se repetiu por todos os dias. Primeiro as garotas só inventavam apelidos, mas depois a coisa ficou muito pior.
Um dia, Carmem deixou seus livros de escola na sala de aula na hora do intervalo. Quando voltou, encontrou seus livros rabiscados com palavras sujas. Outra vez, ela abriu a bolsa e descobriu que alguém tinha derramado iogurte dentro.
A gota d'água veio quando ela colocou a sua blusa e descobriu que alguém havia colocado cocô de cachorro em seus bolsos.
Carmem decidiu contar o que estava acontecendo para a professora no dia seguinte após o término das aulas. Infelizmente, sua decisão chegou tarde demais...
Antes de terminar as aulas, a professora fez uma simulação de incêndio. Quando o alarme soou, Carmem e os outros alunos saíram da sala de aula e foram para o pátio. Enquanto os professores liam a lista de chamada, o grupo de cinco garotas decidiu tirar onda de Carmem na frente de toda a escola durante a simulação de incêndio. Carmem estava parada perto de um bueiro de esgoto e as garotas a empurraram dentro dele.
Quando o nome de Carmem foi chamado pela professora, as garotas gritaram "Ela está lá embaixo no esgoto!"
Todos os outros alunos começaram a rir. Mas quando os professores foram olhar no bueiro e viram o corpo de Carmem imóvel, os alunos pararam de rir abruptamente. O rosto de Carmem estava coberto de sangue. Ela estava morta. Quando a polícia chegou e entraram no esgoto, determinaram que ela tinha quebrado o pescoço. Seu rosto havia sido desfigurado ao bater no concreto. Os policiais tiraram o corpo de Carmem do esgoto e a levaram para o necrotério.
Os policiais questionaram a todos os colegas de Carmem sobre o acontecido. As cinco garotas mentiram para a polícia dizendo que Carmem caiu sozinha no esgoto. Como não havia provas ao contrário, o testemunho do grupo de amigas foi o suficiente para encerrar o caso.
Elas achavam que nunca mais ouviriam falar no nome de Carmem, mas estavam enganadas.
Meses depois, as garotas começaram a receber e-mails com o título de "Vocês me mataram". A mensagem pedia para que as garotas assumissem a responsabilidade do assassinato, caso contrário as conseqüências seriam horríveis. As garotas acharam que era uma brincadeira de mau gosto de algum aluno.
Poucos dias depois, uma das meninas que empurrou Carmem no esgoto foi tomar um banho, quando ouviu uma estranha risada. A risada parecia vir do ralo. A menina começou a surtar e correu para fora do banheiro. Naquela noite, a menina disse boa noite para sua mãe e foi dormir.
Cinco horas mais tarde, a mãe dela foi acordada no meio da noite por um ruído forte que ressoou por toda a casa. Ela correu para o quarto da filha. Estava vazio. Não havia nenhum sinal da menina. A mãe preocupada chamou a polícia. Eles realizaram uma busca na área. Encontraram o cadáver deitado no esgoto, coberto de lama e cocô. Seu pescoço foi quebrado e seu rosto arrancado.
Uma a uma, todas as meninas que empurraram Carmem foram sendo encontradas mortas. Todas elas tinham sido mortas da mesma maneira e foram todas encontradas no mesmo local, no bueiro em que Carmem morreu.
Mas as mortes não pararam por aí... Segundo a lenda, Carmem pode sair de um vaso sanitário, um chuveiro, uma pia ou um ralo.
Depois que você dormir, você vai acordar no esgoto, numa completa escuridão, paralisado, incapaz de se mover, e ouvirá gargalhadas ao seu redor. Então, você começa a gritar de horror e Carmem virá rasgar a sua face.
Portanto, tenha cuidado com quem você brinca na escola...

O anel

Aconteceu com a amiga da minha prima de 3º grau :

Era uma garota de 19 anos . Todos os fim de semana ela ia para Gramado (RS) . Quando ela foi sair sua mãe disse que estava insegura e disse para não ir , pois teve um mal sentimento . A garota teimosa disse que como sempre ia , ela ia ir de novo para a cidade .

Quando estava na metade do caminho , um senhor pediu carona para ela . A garota deu . O senhor , notou que havia um anel de rubi , no dedo da moça .

O moço interessado no anel , pergunta da onde que era o anel pois achava familiar. A garota diz que era impossivel , pois o anel havia a mais de 86 anos e tinha sido passado de geração a geração . A garota disse que achava que era um moço que era seu tataravô.

Depois de um tempo longo e silencioso , o senhor pergunta se podem parar no posto , para comprar uma agua . A garota diz que sim então eles param no posto . A garota , apertada , diz para o senhor que gostaria de ir ao banheiro .

Quando ela volta , o moço esta la esperando , bebendo a sua água . Já havia escurecido , e , há uns 5 km do posto , o carro para de funcionar . A garota acha estranho , pois havia pedido para o frentista revisar o carro . Nervosa , a garota pergunta o que estava acontecendo , e então o moço diz :

- Você nunca ouviu falar que não se deve dar carona a ninguem?

-Sim , mas achei o senhor um cara bacana , então decidi dar carona a voçê .

- Mas não devia ter feito isso .

O senhor tira uma faca do bolso e corta a cabeça e o dedo com o anel da garota .

5 anos depois , o senhor com muito dinheiro de seus trabalhos , decidiu pesquisar sobre a vida do moço que havia criado o anel , no qual a moça mencionou . O senhor acha então uma materia em um jornal , no qual o inventor do anel dizia :

- Se alguem roubar ou achar o meu anel , vai se dar mal , pois eu criei ele para certas pessoas

O senhor surpreso diz em voz alta :

- Como vou me dar mal se eu estou rico ? ahahahahahahahahahahahahaha

Na mesma rodovia , depois de um mês , o filho desse senhor estava indo para Gramado . Era 3 da manhã e estava chovendo , quando ele avista uma mulher . Ele diz :

- Moça , voçê não pode ficar aqui , esta muito escuro e a chuva esta forte!

- Eu sei .

A moça bota a mão para dentro do carro e o moço ve que ela esta sem o dedo .

Eles nunca foram encontrados , só o carro do filho do senhor assassino.